

Cadê meu celular? (Crônicas de um esquecimento cotidiano)😂 Cadê meu celular? (Crônicas de um esquecimento cotidiano)
Tudo começa assim: “vou só pegar meu celular rapidinho.” Três minutos depois, estou virando a casa de cabeça pra baixo como se fosse uma missão secreta da NASA. 🚀📱
Procuro no sofá (nada). Na bolsa (nada). Na geladeira (… pera, por que tá gelado?). E lá está ele. Ao lado do requeijão. ❄️
Quem tem TDAH entende: o celular não some — ele apenas entra num portal interdimensional do esquecimento, junto com a chave, o cartão e a dignidade.
E o pior é quando alguém tenta ajudar: — “Você já tentou ligar pra ele?” Claro! Só que o celular tá no silencioso desde 2018.
Aí vem o desespero, o drama, a promessa: “Agora vou guardar sempre no mesmo lugar!” Dois dias depois… repito o episódio.
Mas quer saber? No fundo, cada esquecimento carrega uma história — engraçada, imprevisível e totalmente fora do roteiro. Porque viver com o cérebro em modo “versão beta” é isso: perder o celular, achar a criatividade, esquecer o foco e lembrar de rir. 😅💛
— Elaine Castelo Branco ELAINE CARVALHO CASTELO BRANCO
Enviado por ELAINE CARVALHO CASTELO BRANCO em 07/11/2025
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