

Manhã de DesaparecimentosHoje acordei disposta a conquistar o mundo: caminhada cedo, mente leve, café na mão… mas o universo tinha outros planos. Começou quando percebi que meu celular havia desaparecido. Revirei a bolsa, a mesa, até o sofá — nada. Respirei fundo, porque perder o celular de manhã é quase um ritual de paciência.
Minutos depois, com um sorriso de alívio, encontrei o danado… no meu bolso! Respirei, voltei à rotina e pensei: “Agora nada mais vai me atrapalhar.” Ledo engano. Cinco minutos depois, lá estava ele de novo desaparecido. Procurei em todos os lugares — até dentro da geladeira! — até perceber que ele se camuflava debaixo do travesseiro.
Acreditem se quiser, ainda houve uma terceira vez. Sim, três vezes! E cada vez que eu pensava “agora é sério, vou organizar minha vida”, ele sumia de novo, como se risse da minha cara. No fim, concluí que meu celular tem mais aventuras que eu — e provavelmente mais vida social também.
Moral da história: se alguém disser que perder o celular três vezes na manhã é exagero… não acredite. É pura arte da invisibilidade, e eu fui apenas o palco dessa comédia.
🤣📱 Por Elaine Castelo Branco – promotora de justiça e escritora das horas vagas ELAINE CARVALHO CASTELO BRANCO
Enviado por ELAINE CARVALHO CASTELO BRANCO em 14/11/2025
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