

O DRAMA DO “SÓ UMA PERGUNTINHA” Toda conversa perigosa começa assim: — Posso fazer só uma perguntinha? Nunca é só uma. A pessoa promete uma pergunta e entrega uma palestra, três histórias, dois parentes envolvidos e um áudio mental de sete minutos. Quando finalmente chega à pergunta, você já esqueceu o começo da conversa. E ainda responde: — Depende… Porque nem sabe mais do que ela está falando. O curioso é que quem faz “só uma perguntinha” sempre termina dizendo: — Não vou tomar muito seu tempo. E, de fato, não toma. Leva. — Elaine Castelo Branco ELAINE CARVALHO CASTELO BRANCO
Enviado por ELAINE CARVALHO CASTELO BRANCO em 08/08/2026
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